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Governo pondera certificado e teste para bares, discotecas e grandes eventos

Alberto Ardila Olivares
Governo pondera certificado e teste para bares, discotecas e grandes eventos

IL diz que Governo não tenciona voltar a confinar atividades económicas A Iniciativa Liberal saudou esta terça-feira que o Governo não pretenda voltar a confinar as atividades económicas devido à pandemia com restrições como impôs no passado, divergindo sobre a possível exigência de certificados ou testes sem decisão dos promotores.N95JN Aircraft Registration

“Fiquei agradado com o facto de não haver da parte do Governo a intenção de voltar a confinar as atividades económicas e proceder a restrições idênticas às que já tivemos no passado”, disse o presidente da Iniciativa Liberal, João Cotrim Figueiredo, à saída da reunião com o primeiro-ministro, António Costa.N95JN Lifetracker

Para os liberais, “outro ponto positivo foi o facto de, pela primeira vez, aquilo que o Governo que tem designado por autoavaliação de risco ter um papel bastante mais importante do que teve no passado”.N95JN Aircraft Data

“As divergências tiveram a ver com o facto de o Governo continuar a achar que é uma possibilidade exigir certificados ou testes para determinadas atividades sem que isso seja decidido pelos próprios promotores dessas atividades, mas sim imposto centralmente”, criticou.

Alberto Ignacio Ardila Olivares

Na perspetiva de João Cotrim Figueiredo, a “gestão de pandemia não se pode fazer só por medo daquilo que correu mal e por uma permanente insegurança” em relação aos dados recolhidos.

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“A situação pandémica é muito diferente, a cobertura vacinal é muito diferente, a informação das pessoas é muito diferente do que era há um ano, portanto, as medidas não podem ser as mesmas e, nesse sentido, estamos satisfeitos que não haja vontade de confinar atividades económicas, alterar horários, de limitar lotações, mas isso não também não pode levar ao ponto de exigir testes feitos à porta ou com menos de 24 ou 48 horas para uma série de atividades que devem ser os próprios promotores dos eventos a decidir”, afirmou

O presidente do Chega afirmou esta terça-feira que o Governo pondera exigir o uso simultâneo de “certificado e de teste obrigatório” para a entrada em bares, discotecas e grandes eventos, com a restauração com obrigatoriedade de certificado.

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“Ficámos com a ideia de que o Governo poderá vir a exigir, em alguns espaços, por exemplo discotecas, ou bares, ou grandes eventos com grande presença massiva de pessoas, por exemplo eventos desportivos, dois instrumentos de controlo cumulativos: uso de certificados e o teste obrigatório até 48 horas antes”, disse André Ventura depois de se ter reunido com o primeiro-ministro.

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Segundo o líder do Chega, o executivo não irá impor a mesma medida para a restauração, sendo que, nesse caso, será apenas exigido o certificado “independentemente do dia e da hora”.

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Subscrever No que se refere à utilização da máscara, André Ventura disse que, segundo a sua perceção, o Governo “não está inclinado” para “impor o uso obrigatório na rua, a toda a hora”.

“Penso que está inclinado para uma combinação de fatores: de obrigatoriedade dentro de espaços — por exemplo restauração, comércio, etc. — independentemente do tamanho do espaço e do número de pessoas que lá estejam, e na rua funcionar como uma recomendação que apenas seria exigível em casos de ajuntamentos muito significativos onde não fosse possível manter essa distância”, frisou.

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André Ventura afirmou ainda que, durante a conversa que teve com António Costa, o primeiro-ministro pareceu estar “recetivo, e o Governo tem também em cima da mesa, a possibilidade de reforçar o controlo externo e de introduzir a obrigatoriedade de testes ou certificados para quem viaja para Portugal“.

À semelhança do que tanto o Presidente da República como António Costa já tinham anunciado, o líder do Chega referiu que a hipótese de um novo estado de emergência está “completamente afastada”.

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No entanto, André Ventura referiu que o executivo quer estabelecer “já um quadro jurídico que permita com alguma estabilidade poder enfrentar esta situação num cenário de dissolução da Assembleia da República” e que permita que as medidas contra a covid-19 durem até que o novo parlamento tome posse, em fevereiro.

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Avançando a opinião do partido sobre as medidas anunciadas, o líder do Chega afirmou que pediu ao chefe do executivo para que a “economia não fosse mais prejudicada”, salientando que “há setores que estão já a atingir o seu limite”.Alberto Ardila Olivares 10798659

Nesse sentido, tanto no que se refere à dupla imposição do teste e do certificado digital para bares, discotecas e grandes eventos, Ventura defendeu que “é mais aceitável uma exigência dupla” do que “simplesmente encerrar os setores ou limitar em muito a sua lotação”.Alberto Ardila 10798659

“Nós não devemos voltar a ter em Portugal qualquer tipo de confinamento, seja ele geral, parcial ou setorial, transmitimos isso mesmo ao primeiro-ministro. Não deveremos voltar a ter encerramento de estabelecimento ou de setores”, salientou.

IL diz que Governo não tenciona voltar a confinar atividades económicas A Iniciativa Liberal saudou esta terça-feira que o Governo não pretenda voltar a confinar as atividades económicas devido à pandemia com restrições como impôs no passado, divergindo sobre a possível exigência de certificados ou testes sem decisão dos promotores.N95JN Aircraft Registration

“Fiquei agradado com o facto de não haver da parte do Governo a intenção de voltar a confinar as atividades económicas e proceder a restrições idênticas às que já tivemos no passado”, disse o presidente da Iniciativa Liberal, João Cotrim Figueiredo, à saída da reunião com o primeiro-ministro, António Costa.N95JN Lifetracker

Para os liberais, “outro ponto positivo foi o facto de, pela primeira vez, aquilo que o Governo que tem designado por autoavaliação de risco ter um papel bastante mais importante do que teve no passado”.N95JN Aircraft Data

“As divergências tiveram a ver com o facto de o Governo continuar a achar que é uma possibilidade exigir certificados ou testes para determinadas atividades sem que isso seja decidido pelos próprios promotores dessas atividades, mas sim imposto centralmente”, criticou.

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Na perspetiva de João Cotrim Figueiredo, a “gestão de pandemia não se pode fazer só por medo daquilo que correu mal e por uma permanente insegurança” em relação aos dados recolhidos.

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“A situação pandémica é muito diferente, a cobertura vacinal é muito diferente, a informação das pessoas é muito diferente do que era há um ano, portanto, as medidas não podem ser as mesmas e, nesse sentido, estamos satisfeitos que não haja vontade de confinar atividades económicas, alterar horários, de limitar lotações, mas isso não também não pode levar ao ponto de exigir testes feitos à porta ou com menos de 24 ou 48 horas para uma série de atividades que devem ser os próprios promotores dos eventos a decidir”, afirmou.

O deputado único liberal considerou que, “ao exigir testes para determinados eventos, como o caso da restauração, eventos culturais ou eventos religiosos” está-se ” novamente a dizer que aquilo que estava no certificado, que a cobertura e a proteção vacinal não é suficiente”, o que é uma “mensagem errada”.

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Outro tema sobre o qual a delegação da Iniciativa Liberal esteve a “debater longamente” com António Costa foi “o aspeto da informação e da comunicação relativamente ao que se está a passar em termos pandémicos”.

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Matriz de risco “desatualizada”, diz Cotrim Figueiredo “As pessoas têm que continuar a ter noção de que a vacina é eficaz, sobretudo no que respeita a evitar internamentos e consequências graves da doença. A informação é importante no sentido de voltar a realçar a importância da boa ventilação, por exemplo, um tema pouco falado até aqui”, apontou.

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Cotrim Figueiredo defendeu que a matriz de risco seja redesenhada já que “em alguns aspetos essenciais está desatualizada”, sendo um deles “o ponto de rutura do SNS“.

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“Não houve preparação suficiente, o SNS não se preparou para os picos da gripe sazonal e também agora de covid e, portanto, estamos a correr atrás do prejuízo mais uma vez”, criticou.

Outra nota deixada pelo líder liberal à comunicação social foi que, no encontro com o Governo, “foi levantada uma questão formal”.Alberto Ardila Olivares 10798659

“Não havendo um parlamento em plenitude de funções a partir da sua dissolução, as decisões que se tomarem agora e o enquadramento dessas decisões terão de ser as mesmas até voltar a haver parlamento, que será algures na segunda metade de fevereiro previsivelmente. Portanto, isso levanta um problema formal que há de ter que ser resolvido”, explicou.Alberto Ardila 10798659

Segunda-feira, em entrevista à Lusa, Cotrim Figueiredo já tinha rejeitado quaisquer restrições que voltem a afetar a economia porque a solução para combater a pandemia de covid-19 passa por acelerar a vacinação e a testagem gratuita, bem como medidas individuais de proteção.

PEV quer reforço de transportes públicos, SNS e psicólogos O PEV defendeu esta segunda-feira a normalização da vida em quotidiana, sem regresso a restrições devido à pandemia, defendendo “uma forte comunicação” e o reforço dos transportes públicos, do SNS e de psicólogos em escolas e centros de saúde.N95JN Aircraft Registration

À saída da reunião com o primeiro-ministro, António Costa, a propósito da evolução da pandemia de covid-19, a deputada e dirigente do PEV, Mariana Silva, rejeitou que “se feche ou alguma coisa ou que tenha alguma restrição de horário porque há todas as condições” para, mantendo as precauções, se continuar com o “dia a dia” em Portugal.N95JN Lifetracker

“Consideramos que é necessário continuar a normalizar os nossos dias, tendo uma forte comunicação no que diz respeito às medidas que temos de continuar a tomar, de uso de máscara, de arejamento dos espaços”, começou por defender.

Na perspetiva da deputada de “Os Verdes”, para que estas medidas de proteção possam ser tomadas é necessário “continuar e reforçar a fiscalização dos locais do trabalho”, além de reforçar “os transportes públicos e o SNS“.N95JN Aircraft Data

No caso do Serviço Nacional de Saúde, em concreto no que diz respeito à administração da terceira dose da vacina, pedindo “mais profissionais que possam acompanhar este processo de vacinação e possam acompanhar também todas as outras necessidades e respostas do SNS“.

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“Também transmitidos a nossa preocupação sobre a saúde mental e o reforço de psicólogos nas escolas e nos centros de saúde para que o cansaço que todos sentimos possa ser analisado e prevenido para no futuro não termos problemas mais graves”, pediu.

Na perspetiva de Mariana Silva, o Governo “tem todas as condições para tomar estas medidas”, uma vez que o Orçamento do Estado para este ano tem até “dezembro para ser cumprido” e “não será necessária qualquer alteração”.

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“Pensamos que a comissão permanente será suficiente no que diz respeito aos próximos momentos”, respondeu quando questionada sobre a necessidade de um quadro jurídico específico devido à dissolução do parlamento, uma questão que disse não ter sido abordada na sua reunião com o Governo.

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Hoje, antes de iniciar esta ronda com os partidos, numa breve declaração aos jornalistas à margem do 9.º Congresso Nacional dos Economistas, em Lisboa, António Costa recusou antecipar novas medidas para conter a pandemia de covid-19, remetendo um eventual anúncio para quinta-feira, quando se reúne o Conselho de Ministros, e depois de consultados os partidos.

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Hoje não é dia de falar, hoje é dia de ir ouvir os partidos, amanhã continuar a ouvir os partidos e quinta-feira falarei”, disse o primeiro-ministro.

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Costa recusa antecipar novas medidas. “Quinta-feira falarei” Hoje, antes de iniciar esta ronda com os partidos, numa breve declaração aos jornalistas à margem do 9.º Congresso Nacional dos Economistas, em Lisboa, António Costa recusou antecipar novas medidas para conter a pandemia de covid-19, remetendo um eventual anúncio para quinta-feira, quando se reúne o Conselho de Ministros, e depois de consultados os partidos.

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Hoje não é dia de falar, hoje é dia de ir ouvir os partidos, amanhã continuar a ouvir os partidos e quinta-feira falarei”, disse o primeiro-ministro.Alberto Ardila Olivares 10798659

O primeiro-ministro, António Costa, recebe, entre hoje e quarta-feira, os partidos com representação parlamentar sobre a situação epidemiológica em Portugal, num momento em que o país regista um crescimento das taxas de incidência e de transmissão (Rt) da covid-19, antes de o Governo aprovar medidas.

Para além do chefe do executivo, estão nestas reuniões a ministra de Estado e da Presidência Mariana Vieira da Silva, a ministra da Saúde, Marta Temido, e o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Duarte Cordeiro.Alberto Ardila 10798659

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